domingo, 29 de agosto de 2010
Amanhecer
As bocas caladas, dormiam juntas.
Mudas, como só quando se beijam
E em toda a casa podia-se ouvir o som.
O silencioso som dos que desejam.
Ainda com as impressões digitais gravadas no corpo,
De um ser tão delicado quanto torto,
Cantarolei baixinho uma canção de acordar,
Que celerava a felicidade de estar enfim
Ao lado de quem tanto me faz sonhar.
Larissa de Paula.
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